Categoria: Neuropatias

  • Neuralgia Trigeminal: Uma Revisão Abrangente sobre sua Prevalência e Características Epidemiológicas

    Neuralgia Trigeminal: Uma Revisão Abrangente sobre sua Prevalência e Características Epidemiológicas

    Neuralgia Trigeminal: Uma Revisão Abrangente sobre sua Prevalência e Características Epidemiológicas

    A Neuralgia Trigeminal, também conhecida como Nevralgia do Trigêmeo, é uma condição médica que afeta um dos principais nervos da face, o nervo trigêmeo. Caracterizada por episódios de dor facial intensa e súbita, a neuralgia trigeminal pode ser uma condição debilitante para aqueles que a sofrem. Neste artigo, exploraremos uma revisão sistemática que analisou a prevalência e as características epidemiológicas dessa condição, oferecendo insights valiosos para profissionais de saúde e pacientes.

    Compreendendo a Neuralgia Trigeminal

    Antes de mergulharmos nos resultados da revisão sistemática, é fundamental entender o que é a Neuralgia Trigeminal. O nervo trigêmeo é responsável por transmitir as sensações da face para o cérebro, controlando funções como mastigação e sensibilidade facial. Quando esse nervo é afetado, ocorrem episódios de dor aguda e lancinante na região da face, muitas vezes desencadeados por atividades cotidianas, como falar, mastigar ou tocar a face.

    Uma Análise Abrangente

    A revisão sistemática em questão foi realizada por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e teve como objetivo analisar a prevalência da Neuralgia Trigeminal na população em geral, bem como suas características epidemiológicas. O processo de seleção dos estudos foi criterioso, com apenas três de 728 estudos considerados para inclusão na análise.

    Esses estudos incluíram uma ampla faixa etária, com amostras que variaram de 1.838 a 13.541 adultos. Os resultados obtidos revelaram algumas descobertas importantes sobre a Neuralgia Trigeminal.

    Prevalência e Perfil Demográfico

    Uma das descobertas fundamentais da revisão foi a prevalência da condição, que variou de 0,03% a 0,3% na população estudada. Isso sugere que a Neuralgia Trigeminal é uma condição relativamente rara, mas não menos impactante para aqueles que a experimentam.

    Além disso, a revisão destacou que as mulheres apresentaram uma maior prevalência da Neuralgia Trigeminal em comparação com os homens. Essa diferença de gênero pode ser significativa, com uma proporção de 3 mulheres para cada homem afetado.

    A faixa etária mais comum para o desenvolvimento da Neuralgia Trigeminal estava entre 37 e 67 anos. Essa informação pode ser útil para os profissionais de saúde ao considerar o diagnóstico e o tratamento da condição em diferentes grupos etários.

    O Caminho a Seguir

    Embora a revisão sistemática ofereça informações valiosas sobre a prevalência e as características epidemiológicas da Neuralgia Trigeminal, é importante notar que mais pesquisas são necessárias para validar esses resultados. Um estudo mais abrangente e estruturado, baseado em amostras representativas da população, pode fornecer uma compreensão ainda mais sólida dessa condição.

    Para os pacientes que enfrentam a Neuralgia Trigeminal e os profissionais de saúde que a tratam, essa revisão fornece um ponto de partida importante. Ela destaca a necessidade de vigilância e diagnóstico precoce, especialmente em mulheres e pessoas na faixa etária identificada como mais propensa a desenvolver a condição.

    Em resumo, a Neuralgia Trigeminal é uma condição rara, porém debilitante, que afeta a vida de muitos indivíduos. A pesquisa científica, como a revisão sistemática realizada pela UFSC, desempenha um papel vital na compreensão e no tratamento dessa condição, oferecendo esperança e direção para aqueles que enfrentam essa desafiadora jornada.

    Referência

    De Toledo IP, Conti Réus J, Fernandes M, Porporatti AL, Peres MA, Takaschima A, Linhares MN, Guerra E, De Luca Canto G. Prevalence of trigeminal neuralgia: A systematic review. J Am Dent Assoc. 2016 Mar 23.

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    Quem é André Porporatti?

    🇫🇷 Professor e Pesquisador contratado na Université de Paris (França)

    😷 Cirurgião-Dentista formado pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC

    🏧 Mestre e Doutor com ênfase em DTM/Dor Orofacial pela Universidade de São Paulo (USP)

    👨‍💻 Durante 4 anos foi Professor de graduação e pós-graduação da UFSC

    🧩 Coordenador e um dos fundadores do maior Centro Multidisciplinar de Dor do Sul: o CEMDOR

    🪡 Especialista em Acupuntura Tradicional Chinesa (CETN-SP)

    🤝 Membro da International Association for the Study of Pain (IASP)

    🤯 Membro da International Headache Society (IHS)

    💪 Membro Fundador da Sociedade Brasileira de DTM e Dor Orofacial (SBDOF)

    📚 Como pesquisador, já publicou mais de 90 artigos científicos internacionais durante a carreira

    🌎 Já palestrou em diversos lugares pelo Brasil e até no Mundo.

    🥰 É uma mente apaixonada por lecionar e por ajudar seus alunos a terem acesso a tudo o que há de mais novo no tratamento do Bruxismo e da DTM

    ✅ Ensinando-os de forma simples e prática, para que possam aplicar no dia a dia dos seus consultórios.

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  • Quem é André Porporatti? Conheça o Professor em Bruxismo, Dor Orofacial e DTM

    Quem é André Porporatti? Conheça o Professor em Bruxismo, Dor Orofacial e DTM

    Quem é André Porporatti? Conheça o Professor em Bruxismo, Dor Orofacial e DTM

    Se você já se perguntou quem é André Porporatti e qual a sua importância na área de Dor Orofacial e DTM, está no lugar certo. Neste artigo, vamos explorar a trajetória e as contribuições desse renomado profissional da odontologia.

    Formação Acadêmica

    André Porporatti é um profissional altamente qualificado e dedicado à sua área de atuação. Ele é Mestre e Doutor em Reabilitação Oral com ênfase em Disfunção Temporomandibular (DTM) e Dor Orofacial, titulações obtidas na prestigiada Universidade de São Paulo (USP). Sua formação sólida e abrangente o preparou para se tornar uma referência nesse campo específico da odontologia. Atualmente ele é contratado como Professor Associado na Université de Paris na França

    Experiência Docente

    Durante quatro anos, André Porporatti compartilhou seu conhecimento como professor de graduação e pós-graduação no departamento de Odontologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Sua atuação como docente permitiu que ele transmitisse sua paixão pelo estudo e tratamento da DTM e Dor Orofacial para as próximas gerações de profissionais da odontologia.

    Criação do CEMDOR

    Um marco importante na carreira de André Porporatti foi a sua participação como um dos fundadores e coordenadores do Centro Multidisciplinar de Dor (CEMDOR) do Sul. Esse centro se destacou como uma referência no tratamento da dor na região, oferecendo abordagens multidisciplinares e avançadas para pacientes que sofrem de DTM e Dor Orofacial. A experiência adquirida nesse ambiente clínico enriqueceu ainda mais o conhecimento e as habilidades de Porporatti.

    Contribuição Científica

    Como pesquisador renomado, André Porporatti contribuiu significativamente para o avanço do conhecimento na área de Dor Orofacial e DTM. Ele possui um impressionante registro de mais de 90 artigos científicos internacionais publicados ao longo de sua carreira. Essas pesquisas ajudaram a elucidar questões complexas relacionadas à DTM, fornecendo informações valiosas para a comunidade científica e clínica.

    Compromisso com o Ensino

    Uma das paixões de André Porporatti é o ensino. Ele acredita firmemente na importância de compartilhar seu conhecimento com outros profissionais de odontologia. Sua abordagem de ensino é simples e prática, visando capacitar seus alunos a lidar com casos de DTM e Bruxismo de forma segura e eficaz, mesmo que nunca tenham enfrentado esses desafios anteriormente.

    O Que Você Pode Aprender com André Porporatti

    Se você é um profissional da odontologia em busca de aprimorar seus conhecimentos em Dor Orofacial e DTM, André Porporatti pode ser seu guia. Com base em sua vasta experiência clínica e científica, ele oferece cursos e palestras que abrangem os aspectos mais recentes e relevantes dessa área. Você aprenderá a diagnosticar, tratar e acompanhar pacientes com DTM e Bruxismo de maneira eficaz e baseada em evidências.

    Em resumo, André Porporatti é uma figura de destaque na odontologia, especialmente quando se trata de Dor Orofacial e DTM. Sua paixão pelo ensino, experiência clínica e contribuições científicas o tornam um recurso valioso para todos os profissionais que desejam aprimorar suas habilidades e oferecer o melhor cuidado possível aos pacientes que sofrem com essas condições. Se você está em busca de conhecimento e orientação nesse campo, não hesite em explorar as oportunidades oferecidas por André Porporatti. Sua carreira e seus pacientes podem se beneficiar enormemente desse contato com um verdadeiro especialista.

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    RESUMO: Quem é André Porporatti?

    🇫🇷 Professor e Pesquisador contratado na Université de Paris (França)

    😷 Cirurgião-Dentista formado pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC

    🏧 Mestre e Doutor com ênfase em DTM/Dor Orofacial pela Universidade de São Paulo (USP)

    👨‍💻 Durante 4 anos foi Professor de graduação e pós-graduação da UFSC

    🧩 Coordenador e um dos fundadores do maior Centro Multidisciplinar de Dor do Sul: o CEMDOR

    🪡 Especialista em Acupuntura Tradicional Chinesa (CETN-SP)

    🤝 Membro da International Association for the Study of Pain (IASP)

    🤯 Membro da International Headache Society (IHS)

    💪 Membro Fundador da Sociedade Brasileira de DTM e Dor Orofacial (SBDOF)

    📚 Como pesquisador, já publicou mais de 90 artigos científicos internacionais durante a carreira

    🌎 Já palestrou em diversos lugares pelo Brasil e até no Mundo.

    🥰 É uma mente apaixonada por lecionar e por ajudar seus alunos a terem acesso a tudo o que há de mais novo no tratamento do Bruxismo e da DTM

    ✅ Ensinando-os de forma simples e prática, para que possam aplicar no dia a dia dos seus consultórios.

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  • O Papel do Dentista Especialista em Dor/Bruxismo

    O Papel do Dentista Especialista em Dor/Bruxismo

    Desvendando o Mundo da Dor Orofacial: O Papel do Dentista Especialista em Dor/Bruxismo

    Se você já se perguntou o que exatamente um dentista especializado em dor orofacial faz, você não está sozinho. É uma área da odontologia que muitos desconhecem, mas desempenha um papel crucial na prevenção, diagnóstico e tratamento das complicações que afetam a região da face, cabeça, mandíbula e outras estruturas relacionadas. Neste artigo, vamos explorar o campo da dor orofacial e entender melhor a função desse especialista.

    Entendendo a Dor Orofacial

    A dor orofacial engloba uma variedade de condições que causam desconforto na região da boca, face, cabeça e pescoço. Essas condições podem resultar de diversos fatores, como problemas na articulação temporomandibular (ATM), dores musculares, dores neurovasculares, dores dentárias, dores neuropáticas, distúrbios do sono relacionados à dor orofacial, distonias orofaciais (distúrbios neurológicos dos movimentos) e até mesmo doenças sistêmicas que causam dor nessa área.

    O Papel do Especialista em Dor Orofacial

    Um dentista especializado em dor orofacial desempenha um papel fundamental na identificação e tratamento dessas condições complexas. Sua abordagem começa com uma avaliação abrangente do paciente, que pode incluir uma entrevista detalhada para coletar informações sobre os sintomas e histórico médico. Além disso, exames laboratoriais e de imagem podem ser solicitados para auxiliar no diagnóstico.

    O tratamento da dor orofacial é multifacetado e pode envolver várias estratégias, dependendo da causa subjacente da dor. Essas abordagens podem incluir:

    1. Procedimentos Diretos: Em alguns casos, o especialista pode realizar procedimentos diretos para aliviar a dor, como infiltrações de medicamentos específicos ou outras intervenções.

    2. Aconselhamento e Orientações: Aconselhar os pacientes sobre estratégias de autocuidado, mudanças comportamentais e hábitos saudáveis que possam contribuir para o alívio da dor.

    3. Prescrição de Medicamentos: Em certos casos, medicamentos tópicos ou de ingestão podem ser prescritos para controlar a dor.

    4. Encaminhamentos: O especialista pode encaminhar os pacientes para outros profissionais de saúde, como fisioterapeutas, fonoaudiólogos e serviços de reabilitação, como parte de um plano de tratamento interdisciplinar.

    A Evolução da Dor Orofacial

    A área da dor orofacial está em constante evolução, com pesquisas e avanços contínuos. Atualmente, o escopo de atuação desse especialista abrange uma ampla gama de condições, incluindo transtornos da ATM, dores musculares, dores neurovasculares, dores dentárias, dores neuropáticas, distúrbios do sono relacionados à dor orofacial, distonias orofaciais e muito mais.

    A Importância da Abordagem Interdisciplinar

    Uma característica essencial do tratamento da dor orofacial é a abordagem interdisciplinar. Isso significa que o especialista em dor orofacial trabalha em estreita colaboração com outros profissionais de saúde, como médicos, fisioterapeutas, psicólogos e terapeutas ocupacionais, para oferecer aos pacientes uma gama completa de cuidados.

    Conclusão

    Se você está enfrentando dor orofacial ou conhece alguém que está passando por isso, é importante entender que a ajuda está disponível. Um dentista especializado em dor orofacial é um recurso valioso para o diagnóstico e tratamento eficaz dessas condições. A abordagem abrangente e interdisciplinar pode fazer uma diferença significativa na qualidade de vida dos pacientes que sofrem com dor orofacial. Portanto, se você estiver lidando com essas questões, não hesite em procurar um especialista para obter orientação e assistência.

    Referência

    American Academy of Orofacial Pain

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    Quem é André Porporatti?

    🇫🇷 Professor e Pesquisador contratado na Université de Paris (França)

    😷 Cirurgião-Dentista formado pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC

    🏧 Mestre e Doutor com ênfase em DTM/Dor Orofacial pela Universidade de São Paulo (USP)

    👨‍💻 Durante 4 anos foi Professor de graduação e pós-graduação da UFSC

    🧩 Coordenador e um dos fundadores do maior Centro Multidisciplinar de Dor do Sul: o CEMDOR

    🪡 Especialista em Acupuntura Tradicional Chinesa (CETN-SP)

    🤝 Membro da International Association for the Study of Pain (IASP)

    🤯 Membro da International Headache Society (IHS)

    💪 Membro Fundador da Sociedade Brasileira de DTM e Dor Orofacial (SBDOF)

    📚 Como pesquisador, já publicou mais de 90 artigos científicos internacionais durante a carreira

    🌎 Já palestrou em diversos lugares pelo Brasil e até no Mundo.

    🥰 É uma mente apaixonada por lecionar e por ajudar seus alunos a terem acesso a tudo o que há de mais novo no tratamento do Bruxismo e da DTM

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  • Meditação e Alívio da Dor: Como a Prática Pode Transformar Sua Vida

    Meditação e Alívio da Dor: Como a Prática Pode Transformar Sua Vida

    Meditação e Alívio da Dor: Como a Prática Pode Transformar Sua Vida

    Você já ouviu falar sobre os benefícios da meditação, mas sabia que essa prática também pode ser uma aliada no alívio da dor crônica? Um crescente corpo de evidências científicas sugere que a meditação mindfulness pode ser uma ferramenta eficaz para melhorar a qualidade de vida e reduzir o desconforto associado a condições de dor crônica. Neste artigo, vamos explorar como a meditação pode ajudar a aliviar a dor com base em estudos científicos.

    O Estudo Pioneiro de Kabat-Zinn

    O Dr. Jon Kabat-Zinn, pioneiro na aplicação da meditação mindfulness na medicina, realizou um estudo revolucionário em 1982. Ele desenvolveu um programa de 10 semanas baseado na prática da meditação mindfulness e o aplicou a pacientes com dor crônica. Os resultados foram impressionantes. Os pacientes relataram melhorias significativas em sua saúde mental, incluindo redução da ansiedade, estresse, depressão e melhoria no humor.

    Além disso, 65% dos pacientes mostraram uma redução na intensidade da dor de mais de 33%, enquanto 50% experimentaram uma redução superior a 50%. Esse estudo pioneiro lançou as bases para a aplicação da meditação mindfulness no tratamento da dor crônica.

    A Redução da Sensibilidade à Dor

    Um estudo mais recente, conduzido por Grant e Rainville em 2009, investigou a sensibilidade à dor em pessoas que praticavam meditação em comparação com aquelas que não meditavam. Os resultados foram reveladores. As pessoas que meditavam regularmente apresentaram uma sensibilidade menor à dor e relataram efeitos analgésicos durante os estados de meditação.

    Isso sugere que a meditação pode influenciar a forma como nosso cérebro percebe e responde à dor. Os efeitos positivos da meditação na sensibilidade à dor podem estar relacionados à prática da atenção plena (mindfulness) e a alterações nos padrões de respiração durante a meditação.

    Meta-Análise e Evidências

    Uma análise mais abrangente da relação entre meditação mindfulness e dor crônica foi conduzida em uma meta-análise de ensaios clínicos randomizados. Os resultados dessa análise foram publicados em 2017 por Hilton, Hempel e colaboradores.

    Apesar de evidências de qualidade variável, a meta-análise concluiu que a meditação mindfulness está associada a uma pequena diminuição da dor crônica. Além disso, foram encontrados efeitos estatisticamente significativos na redução dos sintomas de depressão e na melhoria da qualidade de vida dos pacientes.

    Embora a qualidade das evidências possa ser considerada baixa, a tendência geral é favorável ao uso da meditação como parte de um plano de tratamento para a dor crônica. Esses resultados são promissores e sugerem que a meditação pode ser uma ferramenta valiosa para aqueles que enfrentam condições de dor crônica.

    Como Começar a Praticar a Meditação para Alívio da Dor

    Se você está interessado em experimentar os benefícios da meditação para o alívio da dor, aqui estão algumas dicas gerais para começar:

    1. Encontre um local tranquilo e confortável para meditar.

    2. Reserve um tempo regularmente para a prática da meditação.

    3. Comece com sessões curtas e aumente gradualmente o tempo.

    4. Concentre-se na sua respiração e observe como seu corpo se sente durante a meditação.

    5. Esteja preparado para lidar com pensamentos distrativos, trazendo gentilmente sua atenção de volta à respiração.

    6. Considere usar recursos, como aplicativos de meditação ou a orientação de um instrutor, para ajudar na sua prática.

    Lembre-se de que a meditação é uma habilidade que pode ser aprimorada com o tempo e a prática regular. Se você está lidando com dor crônica, a meditação pode ser uma adição valiosa ao seu plano de tratamento, auxiliando na melhoria da qualidade de vida e no alívio do desconforto. Consulte sempre um profissional de saúde antes de iniciar qualquer novo programa de tratamento.

    Referências

    Hilton L, Hempel S, Ewing BA, Apaydin E, Xenakis L, Newberry S, Colaiaco B, Maher AR, Shanman RM, Sorbero ME, Maglione MA. Mindfulness Meditation for Chronic Pain: Systematic Review and Meta-analysis. Ann Behav Med. 2017 Apr;51(2):199-213.

    Kabat-Zinn J. An outpatient program in behavioral medicine for chronic pain patients based on the practice of mindfulness meditation: theoretical considerations and preliminary results. Gen Hosp Psychiatry. 1982 Apr;4(1):33-47. doi: 10.1016/0163-8343(82)90026-3. PMID: 7042457

    Grant JA, Rainville P. Pain sensitivity and analgesic effects of mindful states in Zen meditators: a cross-sectional study. Psychosom Med. 2009 Jan;71(1):106-14.

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    Quem é André Porporatti?

    🇫🇷 Professor e Pesquisador contratado na Université de Paris (França)

    😷 Cirurgião-Dentista formado pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC

    🏧 Mestre e Doutor com ênfase em DTM/Dor Orofacial pela Universidade de São Paulo (USP)

    👨‍💻 Durante 4 anos foi Professor de graduação e pós-graduação da UFSC

    🧩 Coordenador e um dos fundadores do maior Centro Multidisciplinar de Dor do Sul: o CEMDOR

    🪡 Especialista em Acupuntura Tradicional Chinesa (CETN-SP)

    🤝 Membro da International Association for the Study of Pain (IASP)

    🤯 Membro da International Headache Society (IHS)

    💪 Membro Fundador da Sociedade Brasileira de DTM e Dor Orofacial (SBDOF)

    📚 Como pesquisador, já publicou mais de 90 artigos científicos internacionais durante a carreira

    🌎 Já palestrou em diversos lugares pelo Brasil e até no Mundo.

    🥰 É uma mente apaixonada por lecionar e por ajudar seus alunos a terem acesso a tudo o que há de mais novo no tratamento do Bruxismo e da DTM

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  • Meditação em 8 Passos: Guia para Iniciantes

    Meditação em 8 Passos: Guia para Iniciantes

    Meditação em 8 Passos: Guia para Iniciantes

    Você já ouviu falar sobre os inúmeros benefícios da meditação e está interessado em começar, mas não sabe por onde começar? Não se preocupe! Neste artigo, compartilharemos um guia simples de oito passos para ajudar você a dar os primeiros passos na meditação. Seja você um novato ou alguém que já tentou meditar antes, essas dicas gerais podem ser úteis para aprimorar sua prática.

    1. Encontre um Lugar Confortável

    O primeiro passo para meditar é encontrar um lugar tranquilo e confortável para sentar. Você pode optar por uma cadeira com encosto reto ou sentar-se com as pernas cruzadas em uma almofada. A escolha do local é importante, pois ajuda a criar um ambiente propício para a meditação.

    2. Feche os Olhos e Respire Profundamente

    Após encontrar uma posição confortável, feche os olhos suavemente. Comece a respirar profundamente algumas vezes para relaxar e se preparar para a meditação. A respiração profunda ajuda a acalmar a mente e o corpo, tornando-o mais receptivo à prática.

    3. Conecte-se com as Sensações Corporais

    Concentre sua atenção nos pontos de contato entre o seu corpo e a cadeira ou o chão. Observe as sensações associadas a estar sentado: pressão, calor, formigamento, vibração e assim por diante. Esse passo ajuda a ancorar sua consciência no momento presente.

    4. Esteja Consciente da Sua Respiração

    Agora, direcione gradualmente sua atenção para o processo de respirar. Observe onde você sente que o ar se movimenta de forma mais pronunciada – pode ser nas narinas ou no movimento do seu abdômen ao respirar. Esteja atento a esses pontos de foco relacionados à respiração.

    5. Concentre-se na Sensação de Respirar

    Neste passo, concentre-se na simples sensação de respirar. Não tente controlar sua respiração; em vez disso, permita que o ar entre e saia naturalmente. Esteja presente e consciente do ato de respirar.

    6. Volte ao Foco Quando se Distrair

    Durante a meditação, é comum a mente se distrair com pensamentos. Sem julgamentos, sempre que perceber que está perdendo o foco na respiração devido a pensamentos, traga gentilmente sua atenção de volta para a respiração.

    7. Observe Outros Fenômenos

    À medida que você se concentra na respiração, também poderá notar outros fenômenos, como sons ao seu redor, sensações corporais ou até mesmo emoções. Em vez de ignorá-los, simplesmente observe esses elementos à medida que surgem na sua consciência e, em seguida, retorne à sua respiração.

    8. Testemunhe Todos os Objetos da Consciência

    Continue praticando dessa forma até que você possa testemunhar todos os objetos da sua consciência à medida que surgem, mudam e passam. Isso inclui visões, sons, sensações, emoções e até mesmo seus próprios pensamentos. A meditação é sobre estar presente e observar tudo o que surge, sem se apegar a nenhum deles.

    Conclusão

    A meditação pode ser uma prática poderosa para reduzir o estresse, aumentar a consciência e promover a tranquilidade mental. Ao seguir esses oito passos simples, você estará no caminho certo para iniciar e aprimorar sua jornada na meditação. Lembre-se de que a prática regular é fundamental para colher os benefícios da meditação, então reserve um tempo todos os dias para se conectar consigo mesmo e cultivar a paz interior. Com o tempo, você poderá experimentar uma maior clareza mental e bem-estar emocional por meio da meditação.

    Referência

    Retirado do Livro “Despertar” de Sam Harris

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    Quem é André Porporatti?

    🇫🇷 Professor e Pesquisador contratado na Université de Paris (França)

    😷 Cirurgião-Dentista formado pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC

    🏧 Mestre e Doutor com ênfase em DTM/Dor Orofacial pela Universidade de São Paulo (USP)

    👨‍💻 Durante 4 anos foi Professor de graduação e pós-graduação da UFSC

    🧩 Coordenador e um dos fundadores do maior Centro Multidisciplinar de Dor do Sul: o CEMDOR

    🪡 Especialista em Acupuntura Tradicional Chinesa (CETN-SP)

    🤝 Membro da International Association for the Study of Pain (IASP)

    🤯 Membro da International Headache Society (IHS)

    💪 Membro Fundador da Sociedade Brasileira de DTM e Dor Orofacial (SBDOF)

    📚 Como pesquisador, já publicou mais de 90 artigos científicos internacionais durante a carreira

    🌎 Já palestrou em diversos lugares pelo Brasil e até no Mundo.

    🥰 É uma mente apaixonada por lecionar e por ajudar seus alunos a terem acesso a tudo o que há de mais novo no tratamento do Bruxismo e da DTM

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  • Medicina Baseada em Evidências: O Caminho para a Prática Clínica Atualizada

    Medicina Baseada em Evidências: O Caminho para a Prática Clínica Atualizada

    Medicina Baseada em Evidências: O Caminho para a Prática Clínica Atualizada

    Nos tempos atuais, os avanços tecnológicos na área da saúde, juntamente com a rápida disseminação de informações científicas, estão transformando profundamente a prática clínica. Os profissionais de saúde enfrentam o desafio constante de questionar suas abordagens e decisões em um cenário onde a quantidade de conhecimento disponível cresce exponencialmente. Nesse contexto, a Medicina Baseada em Evidências (MBE) se destaca como uma abordagem essencial para a tomada de decisões clínicas informadas e eficazes.

    O Surgimento da Medicina Baseada em Evidências

    A MBE é um conceito relativamente novo, que começou a ganhar destaque nas últimas décadas. Pesquisadores da Universidade McMaster na década de 1990 cunharam o termo e foi definido por David Sackett como a “utilização criteriosa, explícita e conscienciosa da melhor evidência disponível, para tomar decisões sobre o atendimento clínico de cada paciente individualmente”. Em outras palavras, a MBE envolve o uso de evidências científicas sólidas e atualizadas como base para as decisões de tratamento e cuidados com o paciente.

    Antes da MBE, o conhecimento científico na área da saúde muitas vezes estava fundamentado em livros-textos e na opinião de especialistas. Embora essas fontes sejam valiosas, elas podem estar sujeitas a vieses e não refletir as práticas mais atuais e eficazes. Com a MBE, a ênfase é colocada em utilizar evidências científicas rigorosas e atualizadas como um guia para a prática clínica.

    A Complexidade da Prática em Saúde Atual

    A prática em saúde está se tornando cada vez mais complexa, impulsionada por avanços tecnológicos, novas terapias e a crescente demanda por cuidados de saúde de alta qualidade. Além disso, os pacientes estão mais bem informados do que nunca, com acesso a uma ampla gama de informações sobre saúde online. Isso significa que os profissionais de saúde enfrentam uma pressão adicional para fornecer tratamentos baseados em evidências e informações precisas aos pacientes.

    Desafios e Oportunidades para a Comunidade de Pesquisa

    Para os pesquisadores e profissionais da área da saúde, compreender os princípios da MBE é fundamental. Além disso, é essencial reconhecer os desafios que a comunidade de pesquisa enfrenta para fortalecer as evidências disponíveis e melhorar os processos de resumir e traduzir essas evidências em prática clínica.

    Um dos principais desafios é a constante evolução do conhecimento científico. Estudos são conduzidos regularmente, novas descobertas são feitas e diretrizes de tratamento são atualizadas. Os profissionais de saúde precisam acompanhar essas mudanças para garantir que estejam fornecendo o melhor cuidado possível aos pacientes.

    Integrando Ciência, Experiência Clínica e Preferências do Paciente

    A MBE não se trata apenas de seguir as evidências científicas cegamente. Ela envolve a integração de avaliações criteriosas da evidência científica com a experiência clínica do profissional e as necessidades e preferências do paciente. Essa abordagem é muitas vezes resumida como a tríade “Evidência, Experiência e Preferência”.

    1. Evidência: A primeira parte da equação é a evidência científica disponível. Isso inclui resultados de ensaios clínicos, estudos observacionais, revisões sistemáticas e outras fontes confiáveis de conhecimento.

    2. Experiência Clínica: A experiência do profissional desempenha um papel crucial na tomada de decisões. Um profissional de saúde com anos de prática pode aplicar o conhecimento adquirido ao longo do tempo para adaptar as recomendações com base nas necessidades individuais de cada paciente.

    3. Preferência do Paciente: Por fim, as preferências e valores do paciente desempenham um papel importante. O que funciona para um paciente pode não funcionar para outro, e os profissionais de saúde devem levar em consideração as preferências e metas do paciente ao planejar o tratamento.

    Conclusão: Uma Abordagem Holística para a Prática Clínica

    A Medicina Baseada em Evidências oferece uma abordagem holística para a prática clínica moderna. Ela reconhece a importância de utilizar evidências científicas sólidas, ao mesmo tempo em que valoriza a experiência clínica e as preferências do paciente. Com a rápida evolução da medicina e o acesso fácil a informações de saúde, a MBE se tornou uma ferramenta essencial para garantir a qualidade e a eficácia dos cuidados de saúde. Para os profissionais de saúde e pesquisadores, é fundamental abraçar essa abordagem e continuar aprendendo e se adaptando às últimas descobertas e diretrizes de tratamento.

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    Quem é André Porporatti?

    🇫🇷 Professor e Pesquisador contratado na Université de Paris (França)

    😷 Cirurgião-Dentista formado pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC

    🏧 Mestre e Doutor com ênfase em DTM/Dor Orofacial pela Universidade de São Paulo (USP)

    👨‍💻 Durante 4 anos foi Professor de graduação e pós-graduação da UFSC

    🧩 Coordenador e um dos fundadores do maior Centro Multidisciplinar de Dor do Sul: o CEMDOR

    🪡 Especialista em Acupuntura Tradicional Chinesa (CETN-SP)

    🤝 Membro da International Association for the Study of Pain (IASP)

    🤯 Membro da International Headache Society (IHS)

    💪 Membro Fundador da Sociedade Brasileira de DTM e Dor Orofacial (SBDOF)

    📚 Como pesquisador, já publicou mais de 90 artigos científicos internacionais durante a carreira

    🌎 Já palestrou em diversos lugares pelo Brasil e até no Mundo.

    🥰 É uma mente apaixonada por lecionar e por ajudar seus alunos a terem acesso a tudo o que há de mais novo no tratamento do Bruxismo e da DTM

    ✅ Ensinando-os de forma simples e prática, para que possam aplicar no dia a dia dos seus consultórios.

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  • Parestesia: Uma Possível Consequência de Procedimentos Dentários

    Parestesia: Uma Possível Consequência de Procedimentos Dentários

    Há um fenômeno que pode ocorrer após diversos procedimentos cirúrgicos odontológicos, como tratamentos de canal, extrações dentárias, colocação de implantes e cirurgias na gengiva, que muitas vezes passa despercebido, mas merece atenção especial. Este fenômeno é chamado de parestesia, que se manifesta como uma sensação de dormência ou formigamento devido à parcial perda de sensibilidade em uma área localizada da boca. Neste artigo, exploraremos mais a fundo o que é a parestesia, suas causas e como os profissionais de saúde devem estar atentos a esse fenômeno.

    O Que é Parestesia?

    A parestesia é uma condição que afeta a sensibilidade em uma determinada área do corpo, no contexto odontológico, na região oral. Ela pode ocorrer após procedimentos que envolvem o sistema nervoso, como a manipulação de nervos e fibras nervosas durante tratamentos dentários. É caracterizada pela sensação de dormência, formigamento ou até mesmo perda completa de sensibilidade na área afetada.

    Causas da Parestesia após Procedimentos Dentários

    A parestesia relacionada a procedimentos odontológicos pode ser causada por diversas razões. Uma das causas comuns é a lesão a um nervo ou fibra nervosa durante o procedimento. Isso pode ocorrer, por exemplo, durante um tratamento de canal, onde o extravasamento do material de preenchimento ou o uso do material obturador intracanal pode resultar em danos aos nervos próximos.

    Além disso, procedimentos cirúrgicos periapicais, que envolvem a região da raiz do dente, também apresentam risco de parestesia. A infecção periapical, que é uma inflamação na ponta da raiz do dente, pode levar a danos aos nervos e causar a parestesia. Portanto, é essencial que os profissionais de saúde estejam cientes desses riscos e tomem precauções adequadas durante os procedimentos.

    Importância da Atenção Profissional

    A parestesia é uma complicação rara, mas significativa, que pode afetar a qualidade de vida do paciente. Portanto, os profissionais de saúde devem estar atentos a essa possibilidade e tomar medidas preventivas para minimizar os riscos. A revisão sistemática realizada por Flávio R. Alves, Mariana S. Coutinho e Lucio S. Gonçalves em 2014, intitulada “Endodontic-Related Facial Paresthesia: Systematic Review,” destaca a importância de entender e abordar essa questão.

    Principais Sintomas

    A parestesia pode se manifestar de diferentes formas, mas os principais sintomas incluem:

    1. Dormência na região afetada.
    2. Formigamento persistente.
    3. Perda de sensibilidade na área.
    4. Dificuldade em mover a língua, lábios ou bochechas.
    5. Sensação de queimação leve.

    Tipos de Parestesia Dentária

    Existem dois tipos principais de parestesia dentária:

    1. Do Sono: Esta forma ocorre quando o paciente está dormindo e muitas vezes está relacionada a problemas com a posição da mandíbula ou dos dentes durante o sono.

    2. Da Vigília: Esta ocorre quando o paciente está acordado e pode estar relacionada a fatores emocionais, como estresse, ansiedade, nervosismo e concentração.

    Diagnóstico e Tratamento

    O diagnóstico da parestesia geralmente é feito com base nos sintomas relatados pelo paciente e por meio de exames clínicos. Exames radiográficos podem ser necessários para avaliar a extensão do dano aos nervos.

    O tratamento da parestesia varia dependendo da causa e da gravidade. Em alguns casos, a sensação de dormência pode ser temporária e resolver-se sozinha com o tempo. No entanto, em casos mais graves e persistentes, podem ser necessários tratamentos específicos, como orientações para autocuidado, placas oclusais rígidas, compressas quentes ou geladas, técnicas de biofeedback ou laserterapia. A escolha do tratamento adequado deve ser feita por um cirurgião-dentista capacitado e especializado em parestesia e dores orofaciais.

    Conclusão

    A parestesia é uma condição odontológica que merece a atenção dos profissionais de saúde e dos pacientes. Embora seja uma complicação rara, ela pode ter um impacto significativo na qualidade de vida. É essencial que os profissionais estejam cientes das causas potenciais da parestesia e tomem medidas preventivas adequadas durante os procedimentos dentários. Além disso, os pacientes devem estar cientes dos sintomas da parestesia e buscar ajuda profissional se experimentarem qualquer um deles após um procedimento odontológico. A conscientização e a educação são fundamentais para minimizar os riscos e garantir uma odontologia segura e eficaz.

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    Quem é André Porporatti?

    🇫🇷 Professor e Pesquisador contratado na Université de Paris (França)

    😷 Cirurgião-Dentista formado pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC

    🏧 Mestre e Doutor com ênfase em DTM/Dor Orofacial pela Universidade de São Paulo (USP)

    👨‍💻 Durante 4 anos foi Professor de graduação e pós-graduação da UFSC

    🧩 Coordenador e um dos fundadores do maior Centro Multidisciplinar de Dor do Sul: o CEMDOR

    🪡 Especialista em Acupuntura Tradicional Chinesa (CETN-SP)

    🤝 Membro da International Association for the Study of Pain (IASP)

    🤯 Membro da International Headache Society (IHS)

    💪 Membro Fundador da Sociedade Brasileira de DTM e Dor Orofacial (SBDOF)

    📚 Como pesquisador, já publicou mais de 90 artigos científicos internacionais durante a carreira

    🌎 Já palestrou em diversos lugares pelo Brasil e até no Mundo.

    🥰 É uma mente apaixonada por lecionar e por ajudar seus alunos a terem acesso a tudo o que há de mais novo no tratamento do Bruxismo e da DTM

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